Projetos Anteriores

PROJETOS ANTERIORES
Ordem Alfabética

Cartografia Digital 

O Projeto Cartografia Digital é uma parceria entre o Departamento de História da UFMG, a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, os Centros Culturais e as Escolas Municipais da cidade, e foi aprovado pelo Programa de Extensão Universitária (ProExt) do Ministério da Educação.

A partir da articulação e mediação dos Centros Culturais, o Projeto foi desenvolvido em conjunto com escolas localizadas na região metropolitana de Belo Horizonte com o objetivo de enriquecer e edificar a formação dos futuros professores de História, integrando-os à realidade da cidade e das possibilidades de ensino abertas por diferentes abordagens pedagógicas, especialmente pelas Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTIC’s).
Saiba mais na matéria publicada na revista Carta na Escola ou acesse o site do projeto AQUI.

Cartografias Urbanas LAB

O projeto Cartografias Urbanas buscou captar novos olhares sobre a cidade e possibilitar a coleta de informações úteis a pesquisadores de diversas áreas. Os trabalhos de coleta deram conta não só das novas tecnologias, mas também de relatos da história oral, crônicas, literatura e todos os tipos de documentos que pudessem levar a pensar sobre a memória e o patrimônio da cidade.

O banco de dados do Projeto Cartografia de Sentidos foi formulado com o objetivo de organizar o acervo produzido pelo projeto Cartografias de Sentidos e teve como objetivo central o entendimento e a capacidade de percepção do movimento da cidade.
Saiba mais no próprio site do projeto.

Cartografias Urbanas Sensoriais

O Workshop “Cartografias Urbanas Sensoriais” procurou desenvolver uma metodologia de reconhecimento e apropriação do espaço urbano que levava em conta processos culturais que atravessaram e atravessam comunidades e outros espaços, por um lado, e por outro as forças globais que interagem, modificam e se atualizam nestes contextos locais. O objetivo central foi registrar e estudar as múltiplas formas de convívio social, que acontecem no espaço comum a todos que são as ruas da cidade e cartografar os diversos sentidos atribuídos aos espaços pelos sujeitos que os habitam, trabalham, consomem, frequentam ou simplesmente passam por eles.

Cidade Virtual Cultural

Na abordagem humanista o estudo da paisagem engloba o homem como ser social transformador do seu ambiente, mas também influenciado por ele. Neste sentido é imprescindível a abordagem cultural e os estudos de percepção ambiental ou paisagem. Nos estudos de percepção da paisagem são analisados os valores, os sentimentos, a relação de pertencimento ao lugar e as simbologias. Assim a pesquisa sobre percepção ambiental passa a ser estudada na busca da compreensão do significado que a sociedade atribui a determinados espaços, que podem ser mantidos ou modificados ao longo do tempo.

Game da Estrada Real

O Estrada Real Digital é um jogo eletrônico no qual se mesclam a história da Estrada Real e das cidades coloniais, e o (eco)turismo do século XXI. Mas mais do que um game de aventura e estratégia, ele se propõe a relacionar situações vivenciadas no jogo à temas desenvolvidos na sala de aula, abordando conteúdos didáticos e incentivando a multidisciplinaridade.

O game foi elaborado a partir de pesquisas históricas e através da colaboração de professores da UFMG, que corroboraram tanto para a produção de um bom roteiro educativo quanto para uma boa interface gráfica, recebeu o selo do Fundo Internacional para a Promoção da Cultura (FIPC) – órgão criado pela Unesco para apoiar projetos que apresentem ações na área cultural relacionados ao desenvolvimento social de localidades – o que revela sua potencialidade para o uso pedagógico.

Rádio Lê

A Rádio.lê era a rádio virtual da Rede.lê, projeto de inclusão e letramento digital que integra dezoito pontos espalhados por Minas Gerais. Visou ser um instrumento de integração entre os pontos da Rede, tornando possível, a cada um deles, criar e difundir suas idéias por meio de produções coletivas e colaborativas. Seu objetivo principal era a criação de canais de comunicação entre os pontos, gerenciados por eles próprios. Por meio do uso de tecnologias digitais, permitiu a sua integração com a linguagem oral, possuindo, assim, uma grande capacidade de mobilização. A idéia era que toda a programação da Rádio.lê fosse produzida pelos pontos que compõem a Rede. Desse modo, a rádio foi um instrumento para a expressão cultural dos mesmos, oferecendo um espaço real para a fala de todos e concretizando a liberdade de expressão.